19 de Junho de 2021
Ribeirão Preto - SP
The Tropical Riders
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The Tropical Riders

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Biografia

The Tropical Riders: a mistura do talento com a paixão pela música que vem ganhando seu espaço na indústria fonográfica
Muitas das grandes bandas e grupos de sucesso surgiram por conta da paixão pela música e uma ideia focada na cabeça: mostrar seu som para o mundo. Sendo assim, se pensarmos dessa maneira, a The Tropical Riders está no caminho certo para estar na playlist de todos amantes do rock em pouquíssimo tempo.
Com a música presente em suas vidas desde a infância, Guilherme Gale, vocalista e guitarrista, e Leo Possani, baterista, formam um dos duos que vêm ganhando cada vez mais espaço no cenário por conta de terem um som bem eclético e o diferencial de diversas músicas autorais, como Monophobia, Karma is a Beach, Our Daily Sin, entre tantas outras.
A trajetória da The Tropical Riders é merecedora de um filme, já que a banda quase não aconteceu. Leo e Gale ensaiaram muito durante um ano e meio, mas, quando o esforço e o trabalho merecem ser mostrados ao mundo, o universo conspira, já que não é qualquer banda que ganha o nome que estava escrito em um boné e surge durante uma noite de diversão.
“Eu e o Leo tínhamos uma sinergia muito boa em muitas situações. Mas a ideia de montar um duo foi a melhor ideia que já surgiu em alguma conversa nossa”, diz Gale.
“(O nome) era sensacional, porque, além de soar muito bem, casava com a nossa proposta de inserir alguns elementos tropicais no que sempre ouvimos”, acrescenta Leo.
Inspirados por sons de uma diferente “linhagem” dentro do rock, como Thee Oh Sees, Ty Segall, Ron Gallo, pelo lado de Gale, e Black Sabbath, Slayer e James Brown, por conta de Leo, a The Tropical Riders não tem um processo para criar as músicas autorais, já que as ideias surgem em qualquer momento.
“Não existe um só método. Pode ser primeiro uma letra, primeiro um riff. O eixo central das composições é a emoção. Quanto temos alguma ideia que nos toca de alguma forma, vamos deixando-a tomar forma organicamente e a partir daí vamos evoluindo na construção”, afirma Gale.
Com tão pouco tempo na estrada e um reconhecimento de impressionar, Gale e Leo têm os pés no chão sobre até onde a banda pode chegar e estão bem felizes no patamar em que se encontram.
“O que é ter sucesso? Eu sou plenamente realizado com a banda já hoje. Se tocarmos pra 2 ou 3 pessoas eu já ficaria feliz, eu ficaria feliz mesmo tocando pra ninguém. O que me realiza é conseguir passar o que sinto, o que me emociona pra uma música. Se isso não tocar ninguém, sem problemas, pois eu já me sinto realizado”, conta Gale.
“E também todos nossos anos de estrada, com bandas de diversos tipos de sons nos fizeram evoluir até onde chegamos hoje, um som que a gente sabe o que quer fazer e sabe o que quero passar para a galera”, completa Leo.
Apesar disso, o bom trabalho e o reconhecimento parecem fazer a The Tropical Riders estar cada vez mais em ascensão, se apresentando em palcos como do Ind Bar, do FFFront, Avenida Paulista e alguns festivais como a Copa América de Downhill, em São Roque (SP), prometendo só continuar o crescimento com os próximos projetos.
“Já estamos entrando na fase final de um projeto que vamos poder falar em breve para o pessoal e acredito que, depois disso, teremos um tempo para respirar um pouco. Já temos o próximo EP praticamente pronto, devemos entrar no próximo mês na fase de produção e ele deve sair no meio do ano, se tudo der certo”, acredita Gale.
“Além disso, estamos com uma agenda bem bacana de shows para os próximos meses, então isso deve nos manter bem ocupados até o final do ano. Acredito que depois dessa maratona devemos parar um pouco pra descansar e focar no nosso primeiro disco, que deve sair em 2020”, finaliza Leo.

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