09 de Junho de 2018
Parque Permanente de Exposições, Ribeirão Preto - SP

O JR

Já vi a Pitty virar Agridoce e o Charlie Brown se eternizar. Misturei o reggae neozelandês do Katchafire com o nacional do Natiruts. Ouvi Three Little Birds na voz de Badauí, Flausino, Alexandre Carlo e o Logan Bell.

Em um Mundo Livre S/A, vi uma Nação Zumbi inteira dançar Manguebeat e passei o último minuto do mundo com os caras do CPM22.

Ouvi Dinho Ouro Preto e Herbert Vianna gritarem: Que País é esse? E vi o D2 e o Planet Hemp perguntarem: a Culpa é de Quem?

Hey Joe, eu vi 30 mil pessoas cantarem por um país melhor e aprendi que a paz sem voz, não é paz. É medo.

Eu estava lá quando Skank apresentou Jackie Tequila e Raimundos cantou uma Mulher de Fases. Vi Suspenderem os Jardins da Babilônia e um Pensador botar geral pra dançar.

Eu estava lá quando a cena independente ganhou espaço no palco principal e a adrenalina tomou conta da arena de esportes radicais.

Quando a diversidade foi celebrada em 12 horas de festival e atingimos a marca de meio milhão de pessoas, reinventando a história do rock nacional no interior de São Paulo.

Desde 2002, eu apoio, respeito e fortaleço a cena do rock brasileiro, em um mundo de música, paz e diversão.

Muito prazer, eu sou o João Rock!

Alguma dúvida?